• Exposição Virtual: ” O Retratista de Satolep” Duas décadas de Fotografia em Pelotas.

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Paulo Rossi tem 41 anos, é natural do Rio de Janeiro, mas com apenas três anos chegou em Pelotas. É formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pelotas em 2003. Já na faculdade trabalhou como aluno tutor e monitor das cadeiras de Fotografia I, Fotografia II, Fotografia Publicitária e Fotojornalismo. Em 1999 iniciou o projeto fotográfico Jerupiga da Ilha, onde junto com outro colega documentava fotograficamente a Ilha dos Marinheiros em Rio Grande. Também nesse período universitário criou o programa YEAH! Programa de tv a cabo com temas culturais produzido e apresentado totalmente por alunos da UCPel. Rossi era diretor técnico, cinegrafista e editor. O programa semanal contava com um auditório de 20 alunos do ensino médio onde debatiam temas atuais.

Em 2000 iniciou realmente o trabalho como repórter fotográfico colaborando como freelancer para o jornal Zero Hora. Em 2001 passou a colaborar também como freelancer para o jornal local Diário Popular. Em 2002 foi efetivado e lá trabalhou até o ano de 2020. Durante esses anos desenvolveu diversos trabalhos na área cultural através da fotografia. Além do trabalho fotojornalístico publicado diariamente por 20 anos levando informação a casa dos pelotenses, Rossi produziu outros trabalhos fotográficos, como capas de Cd´s de músicos locais como Joca Martins, Cardo Peixoto, Arte daqui e o  do mestre violonista argentino Lúcio Yanel (que recebeu o prêmio açorianos de melhor álbum) gravado ao vivo no teatro Sete de Abril. Também fez várias capas de livros como o Atas da Câmara Municipal Pelotense do historiador Mario Osório Magalhães, O dicionário da Cultura Pampeana Sul Riograndense de Aldyr Garcia Schlee, A Pia e a Cruz do professor Mateus Couto. A contracapa do songbook do reconhecido cantor e compositor Vitor Ramil. Participou como fotógrafo em quatro livros do jornalista Klécio Santos, Bibliotheca Pública Pelotense, Sete de Abril o Teatro do Imperador, O mercado Central de Pelotas e Sonhos de Pedra, a história da construção dos Molhes de Rio Grande. Também participou com algumas fotos do Almanaque de Pelotas e o Atlas Climático da região Sul do Brasil da Embrapa. Ainda na literatura foi convidado a participar de quatro edições do Livro de tiragem nacional da editora Europa denominado O Melhor do Fotojornalismo Brasileiro. Trabalhou também como fotógrafo Still do filme Concerto Campestre, longa metragem rodado  na cidade de Pelotas.

Participou também de diversas exposições locais, regionais, nacionais e internacionais. Dentre elas se destacam O salão de fotografia AFRO na Bahia e Los trabajos e los dias na Colômbia. E outras como a exposição Capa e contracapa, a Exposição itinerante da Associação dos repórteres fotográficos do RS, duas exposições no Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo e exposição solo na feira do livro a convite da Biblioteca Pública Pelotense.

Durante esses 20 anos de atuação Rossi foi reconhecido com diversas premiações nacionais e internaciomais. Prêmio Fepam, prêmio Vega, prêmio Sebrae, prêmio Sesc, por duas vezes o Prêmio da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), por 4 vezes o prêmio Direitos Humanos de Jornalsimo, por duas vezes o Salão de Fotografia do Mar na Bahia. Foi selecionado no Prêmio João Simões Lopes Neto. Também foi finalista por 2 vezes do maior prêmio de fotografia do Brasil, o prêmio Leica. E do prêmio HSBC de Jornalismo Ambiental.

Recebeu homenagens de instituições , como A União dos Escoteiros do Brasil, a Associação Rural de Pelotas o projeto Bouquet do Amor, e da prefeitura de Morro Redondo.

Em 2011 lecionou fotografia e cinematografia para os cursos de artes visuais e cinema da UFPel.

No decorrer desta trajetória também colaborou como freelanceer para jornais como Correio do povo, Folha de São Paulo, Estado de são Paulo, e revista como Brasileiros  e Revista Aplauso.

Proferiu várias palestras, workshop e oficinas de fotografia tanto na UCPel como na Ufpel.

Atualmente atua como freelancer e desenvolve um trabalho autoral chamado O Retratista de Satolep, onde une a paixão pela fotografia, marcenaria e as belezas de Pelotas. Produz molduras de material reaproveitado de demolição para emoldurar suas fotografias  da cidade. Todo o trabalho fotográfico, assim como o trabalho de restauro e marcenaria são feitos pelo artista. Preservando a história do patrimônio da cidade de uma forma artística e sustentável. Ressignifica materiais que não seriam mais utilizados  transformando em quadros artísticos.

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Neiva Castro

junho 30, 2021 às 11:40 pm.

Perfeito! A sensibilidade mescla a cor na lente do olhar ,surgindo a releitura do ver, estar,existir, inserido no sentir,compartilhar na arte do olhar🌹

Maria do Carmo Marques di Primio

junho 30, 2021 às 11:42 pm.

Parabéns Paulo!!!!

Tania

julho 1, 2021 às 7:21 am.

Trabalho estruturalmente vivo e poético,de extrema sensibilidade.

Gabriela Ferreira

julho 2, 2021 às 3:24 pm.

Sensacional! Pelotas pelo olhar de um grande fotojornalista, maravilha.

Maria da Graça Jardim Antunes

julho 3, 2021 às 7:53 pm.

Paulo, parabéns! Acompanho desde sempre teu trabalho. Maravilhoso!!!! Ver Pelotas através do teu olhar tão sensível só nos enriquece!!!!!!!! Obrigada!!!!!!!

NEIDA DE ANRADE NEVES BORGES

julho 6, 2021 às 11:08 pm.

Sensacional EXCELENTE

NEIDA DE ANRADE NEVES BORGES

julho 6, 2021 às 11:11 pm.

Sensacional , EXCELENTE, apaixonada pelo todo, uma OBRA marcante , amei .

Moizes Vasconcellos

julho 8, 2021 às 12:55 pm.

Bela exposição desse importante repórter fotográfico de Pelotas…👏😉

Moizes Vasconcellos

julho 8, 2021 às 12:58 pm.

Bela exposição. Parabéns Rossi pelo trabalho como repórter fotográfico. Pelotas…👏😉

Liza Bilhalva

julho 12, 2021 às 7:32 pm.

Que linda trajetória! Parabéns Rossi. Belísssimas imagens! Baita artista tu és!