• Exposição Virtual “Espaços” – Lúcia Cruz

  • Voltar
 por 

Título da Obra: Geodo

Título da Obra: Imersão

Título da Obra: Água Marinha

Título da Obra: Topázio

Título da obra: Opalina

Título da obra: Filete Ouro

Título da Obra: Rocha

Título da Obra: Rubi

Título da Obra: Turquesa  

Título da Obra: Topázio Bruto

Título da Obra: Nascida da Espuma  

Conceito da obra: Na mitologia Grega, Afrodite nasceu da espuma da água do mar, em razão desse conto, o nome Afrodite significa “Nascida da Espuma.” 

Título da Obra: Veios                          

 Conceito da Obra: A Obra tem como inspiração o contraste entre a força e a leveza imbuídas nos traços dos veios rochosos. Assim como as veias do corpo humano ou o curso de um rio e seus afluentes, os veios das rochas trilham caminhos em movimentos sinuosos.

Título da Obra: Transição                 

 Conceito da obra: Outono, transição entre o calor e o frio, inverno e verão.  Estação que as folhas dançam levadas pelo vento.  A natureza demonstra que é preciso deixar ir para preservar o que é vital. O esmaecer das cores em degradê revelam a passagem do tempo.  Entre o amarelo e o vermelho: ouro  

Entre o início e o fim:  transição…Entre os ciclos que começam e os que se vão.

Título da obra: Brisa                                 

  Conceito da Obra: Um sopro de inspiração. Um sopro de vida.                               

Inspira, expira…como brisa leve que anima a matéria. Se a vida é um sopro, a inspiração é o suspiro que antecede toda criação…Inspiração sem expressão é instante sem significado. A existência se finda e se inicia em um sopro…Um instante de inspiração se eterniza em toda criação. 

Título da obra: Quartzo Rosa              

Conceito da Obra: O quartzo rosa é a pedra do amor. Do mineral bruto ao sentimento mais puro… O rosa nos invade com sua delicadeza lembrando que é preciso sensibilidade e suavidade inerentes a arte do amor. O branco leitoso lembra o alimento…aquele que nutre… só nutridos podemos trocar. O amor é troca, doação, preenchimento. Do azul líquido que perpassa a rocha, demonstra que o amor, assim como a água, não se é capaz de deter, mas é capaz de transformar, transbordar.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *