• Performance da Cia de Dança Daniel Amaro

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Proposta da Oficina de Dança de Matriz Africana com Daniel Amaro.

A proposta de Daniel Amaro é realizar uma oficina, que segue a linha de trabalho desenvolvida na Cia. de Dança Afro Daniel Amaro: um processo que compreende a dança de matriz africana como estudo técnico e de pesquisa a partir de cinco linhas diferentes – a dança Afro-brasileira, dança de originária de Benin, dança de Guiné Bissau, do Senegal e a dança afro contemporânea – experimentando, desta maneira, suas semelhanças e diferenças. 
Tendo como foco o estudo da fusão das quatro técnicas, propõe-se o reencontro dos participantes com seu próprio conhecimento corporal, através da realização de exercícios de respiração, alongamentos e sequências de movimentos específicos, bem como oportunizando espaço para criação e improvisação.

CURRÍCULO

DANIEL AMARO – COREÓGRAFO E DIRETOR ARTÍSTICO DA CIA DE DANÇA AFRO DANIEL AMARO;

REGISTRO PROFISSIONAL (SATED): 12412

Formação em Dança

  • Funk no Grupo de Dança Brother Show, com Mano Amaro – 1980 a 1987 – Pelotas/RS;
  • Dança Contemporânea com Beka Kanaan – 1985 à 1993 – Pelotas/RS;
  • Ballet Clássico na Escola de Ballet Dicléia Ferreira de Souza – 1988 a 1994 – Pelotas/RS
  • Dança Afro com Cira Silveira – 1988 a 1990 – Pelotas/RS;
  • Dança Afro com Augusto Omulú – 1988 a 1990 – Salvador/BH;
  • Dança Contemporânea com Lu Marivoet – 2003 – Antuérpia/Bélgica;
  • Dança Moderna com Lieve Mertens – 2003 – Antuérpia/Bélgica;
  • Curso de Dança Afro com Aline Valentim – 2016 – Rio de Janeiro/RJ.

Projeto Dança de Matriz Africana na Bibliotheca Pública Pelotense. O Projeto de Dança de Matriz Africana na Bibliotheca Pública Pelotense é idealizado pelo bailarino, coreógrafo e diretor artístico Daniel Amaro, projeto esse que embasado na implementação da lei 10.639/2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, no sentido de facilitar o acesso da comunidade Pelotense a vagas gratuitas à 120 pessoas. Através do referido projeto objetiva-se resgatar a cultura negra como formadora da sociedade brasileira na área social, econômica, política e cultural, tomando-se como referência o contexto local da cidade de Pelotas (RS), tendo em vista ter sido a mão-de-obra de negros escravizados oriundos da África a principal força de trabalho das charqueadas pelotenses.

Performance Prédios Historicos Mitos e Ritos. Se utilizando de movimentos da dança afro-brasileira com improvisação, se fazendo a licação entre os Orixás Ogum, Xangô e Oxum, assim apresentando a importância do Patrimônio Material ( Bibliotheca Pública Pelotense) com o Patrimônio Imaterial ( Cia. de Dança Afro Daniel Amaro) bailarino e interprete: Daniel Amaro Ogans: Weslei Vieira e Alisson Soares. Direção Artistica: Daniel Amaro

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